O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), Marcus Vinícius Polignano, assinou os contratos e emissão das ordens de serviço do Projeto da Bacia do Ribeirão Arrudas e do Plano de Manejo do Parque das Andorinhas, localizado em Ouro Preto, no dia 7 de abril, na sede da Agência Peixe Vivo, em Belo Horizonte.

Além do presidente do CBH Rio das Velhas, estiveram presentes na reunião para a assinatura dos contratos a equipe de mobilização do Comitê, o coordenador-geral do Subcomitê Nascentes, Ronald Carvalho, a coordenadora-geral do Subcomitê Arrudas, Cecília Rute, as assessoras técnicas da Agência Peixe Vivo, Patrícia Sena e Jacqueline Fonseca, bem como atores estratégicos das bacias onde os projetos serão desenvolvidos e representantes das empresas NeoGeo Geotecnologia e Myr Projetos Sustentáveis que foram contratadas para executarem os projetos.

Projeto Ribeirão Arrudas 

No meio urbano é raro encontrar alguém que de fato se preocupe com as nascentes ou imagine que elas existam dentro das cidades. As paisagens urbanas muitas vezes impedem que as pessoas as enxerguem e compreendam o quanto são importantes para a sobrevivência dos rios. Ao contrário do que se pensa, elas são muitas e estão espalhadas por diversas partes da Região Metropolitana. Belo Horizonte possui inúmeros córregos e ribeirões. Pensando no processo de revitalização das nascentes, córregos e rios, foi criado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas o projeto hidroambiental “Revitalização de nascentes urbanas na Bacia Hidrográfica do Ribeirão Arrudas e divulgação de práticas ambientais para proteção e conservação das nascentes”.

Foi contratada a empresa NeoGeo Engenharia pelo valor de R$ 483.561,41 e que terá 14 meses para executar o projeto.

Veja as fotos da assinatura do contrato do Projeto do Ribeirão Arrudas

Plano de Manejo Parque das Andorinhas 

O Parque Natural Municipal das Andorinhas, localizado em Ouro Preto, tem uma área de 557 hectares e abriga a nascente principal do Rio das Velhas. O Parque das Andorinhas tem um trecho de 6,27 km da sub-bacia Nascentes e compõe parte da porção sul do maciço meridional do Espinhaço.

O Plano de Manejo do Parque das Andorinhas, será executado na região do Subcomitê Nascentes, propõe mecanismos de integração com base na criação de um mosaico das Unidades de Conservação, contidas na Área de Proteção Ambiental (APA) das Andorinhas e a sua integração com outros que contemplem demais unidades da região. Dessa forma, será construída uma política de conservação comum, potencializando as ações administrativas, fortalecendo o envolvimento da sociedade, com foco na preservação da biodiversidade e sustentabilidade regional.

O plano é um documento técnico fundamentado nos objetivos gerais de uma Unidade de Conservação. Estabelece o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade. “O plano de manejo está previsto na lei que criou o sistema nacional de Unidades de Conservação para organizar as áreas naturais protegidas em todo o território brasileiro. Uma das exigências desta lei é que a Unidade de Conservação tenha seu plano de manejo e que o mesmo considere consultas à comunidade e a um grupo de técnicos para fazer os levantamentos necessários para melhoria da gestão da área e o que isso pode trazer de retorno para as pessoas.

A empresa contratada, por meio de licitação, para a execução deste projeto foi a Myr Projetos Sustentáveis. O projeto terá o custo de R$ 512.329,60 e será executado em 14 meses.

Veja as fotos da assinatura do contrato do Plano de Manejo do Parque das Andorinha

 

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Assessoria de Comunicação CBH Rio das Velhas
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