Uma das atividades da semana do Meio Ambiente realizada pela Secretaria de Meio Ambiente do município de Santana de Pirapama foi a realização do I Encontro pelo Rio Cipó, no dia 4 de junho, na comunidade Campo Alegre. A ação foi realizada em conjunto com o Subcomitê de Bacia Hidrográfica do Rio Cipó.

O objetivo do evento foi de aproximar o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) das comunidades ribeirinhas da região, buscando entender a realidade local e os problemas, a fim de estabelecer uma relação e possibilidades de apoio do Subcomitê do Rio Cipó nas questões locais.

A secretaria de Meio Ambiente de Santana de Pirapama, Poliana Aparecida Valgas de Carvalho, compões o Subcomitê do Rio Cipó. Ela explicou a importância de aproximar os ribeirinhos dos órgão norteadores. “Trouxemos representantes do CBH Rio das Velhas, da Polícia Ambiental e da Emater para mostrar que vocês não precisam ter medo deles. Esses órgãos estão aqui para mostrar que podem ajudar vocês no dia a dia. O maior papel deles é de orientar, além de fiscalizar”, esclarece.

Mobilização 

O mobilizador Jeam Alcântara explicou para os presentes o que é uma Bacia Hidrográfica e as ações do CBH Rio das Velhas para o gerenciamento da Bacia do Rio das Velhas. Também foi abordada a Campanha Água como Direito Humano que tem a proposta de promover uma reflexão sobre água a partir da perspectiva da garantia de um serviço fundamental para uma mínima qualidade de vida.

Além disso, Jeam falou sobre a importância do Rio Cipó para o Rio das Velhas. O rio Cipó nasce do encontro entre os córregos Mascates e Bocaina, fazendo um caminho paralelo à serra do Cipó até a sua foz no rio das Velhas. Em seu curso existem várias cachoeiras, corredeiras e piscinas naturais rodeadas por escarpas, que mantem seu volume de água constante durante quase todo o ano.

A terceira edição da revista do CBH Rio das Velhas que tem como matéria de capa o Rio Cipó e sua importância para a Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas foi distribuída para a comunidade ribeirinha, bem como as cartilhas sobre as Unidades Territoriais Estratégicas (UTEs) Peixe Bravo e Cipó.

O sargento Mendes da Polícia Ambiental de Minas Gerais esclareceu aos presentes sobre a legislação ambiental. Ele explicou que não é permitida a pesca no Rio Cipó, desde a sua nascente até a desembocadura no Rio Paraúna.

A Emater-MG também participou do evento distribuindo sementes para plantio.

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