O projeto “Biomonitoramento da Ictiofauna e Monitoramento Ambiental Participativo na Bacia do Rio das Velhas” é uma ação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas e da AGB Peixe Vivo que está sendo executado pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa – FUNDEP. Dentre outras atividades, o projeto realiza um programa de Monitoramento Ambiental Participativo, com oficinas educacionais e de mobilização social realizadas em parceria com os subcomitês de bacia hidrográfica e professores da bacia do Rio das Velhas.

As oficinas são realizadas a partir de dois temas principais: 1) a Bacia Hidrográfica como instrumento pedagógico; 2) Biomonitoramento e qualidade de águas no Rio das Velhas. Cada oficina tem duração de 4 horas, totalizando oito horas de atividades ao longo de um dia de trabalhos.No dia 25 de agosto de 2015, ocorreu a 1ª Oficina que foi oferecida à comunidade da sub-bacia do Ribeirão Onça. A oficina contou com a participação de representantes de núcleos Manuelzão, do subcomitê do Ribeirão Onça, de diferentes órgãos públicos, da sociedade civil organizada e professores de ensino fundamental e médio de escolas públicas. A oficina foi realizada na sede do CEA Parque Municipal Nossa Senhora da Piedade, bairro Aarão Reis em Belo Horizonte. Os 34 participantes receberam informações sobre como a bacia hidrográfica pode ser uma unidade territorial para a articulação popular e a prática educativa e, sobre o biomonitoramento, com ênfase em monitoramentos participativos de qualidade de água. 

No dia 23 de setembro de 2015 ocorreu a 2ª oficina oferecida pelo projeto. Essa atividade contou com a participação de 21 pessoas entre representantes de órgãos públicos e sociedade civil, com forte participação de professores de ensino fundamental e médio de escolas públicas. A oficina foi realizada na sede do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) no Centro da cidade de Confins.

Nos anos de 2015 e 2016 serão oferecidas, ao todo, 10 oficinas em diversas cidades ao longo da bacia hidrográfica do Rio das Velhas.

A apropriação deste conhecimento através do envolvimento de atores na avaliação participativa de qualidade ambiental e noção de pertencimento a sua bacia hidrográfica é uma forma de identificar problemas e buscar soluções para a melhoria da gestão dos corpos d’água urbanos.  Investir na capacitação da comunidade fomenta a gestão de recursos hídricos de forma consciente, potencializando o envolvimento de cidadãos na tomada de decisões sustentáveis.

 

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