O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), com o apoio do Subcomitê Rio Itabirito, realizou oficinas sobre o Programa de Monitoramento Ambiental Participativo, destinado a professores e a comunidade da bacia, no dia 22 de outubro, em Itabirito. O objetivo foi ajudar os professores a trabalharem em sala de aula com os temas apresentados, e assim, ajudar os alunos a terem consciência sobre a importância do Rio das Velhas e como conservá-lo.

As oficina foram apresentadas por representantes do Projeto Manuelzão e contou com a participação de conselheiros do Subcomitê do Rio Itabirito, profissionais de diferentes órgãos públicos, professores das escolas rurais da região, estudantes do ensino médio e de áreas relacionadas ao meio ambiente, bem como produtores rurais e profissionais que atuam com meio ambiente.

A conselheira do Subcomitê do Rio Itabirito, Fabíola de Pena Forte Nonato, explica que as discussões do Subcomitê do qual faz parte acontecem geralmente no âmbito urbano. “No entanto, as potencialidades hídricas da nossa região estão no meio rural. Por isso, decidimos realizar essas oficinas para os professores, principalmente da zona rural, pois acreditamos que eles precisam de mais conhecimento sobre a Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas para orientar melhor os alunos sobre práticas para melhorar a qualidade do rio”, esclarece.

Oficina de Bacia Hidrográfica 

Na parte da manhã, foi monitorada uma oficina com o intuito de mostrar a Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas como um instrumento pedagógico. Os professores puderam aprender como a bacia hidrográfica pode ser uma unidade territorial para a articulação popular e a prática educativa.

A professora da Escola Professor Marzagão, Janecy Camargos, afirma que é preciso conscientizar os alunos sobre a importância dos rios. “Essas oficinas vão nos orientar e ajudar a aprofundarmos um pouco mais sobre a importância da conservação dos nossos rios. Assim, poderemos passar essas informações para os nossos alunos”, diz.

Veja a apresentação realizada por Gabriele Santos e Lucas Grossi

Oficina de Biomonitoramento

Na parte da tarde, a Bióloga, Doutoranda em Ecologia, Conservação e Manejo de Vida Silvestre, da Universidade Federal de Minas Gerais ( UFMG), Juliana Silva França, apresentou a oficina de biomonitoramento com ênfase em monitoramentos participativos de qualidade de água.

Para a aluna da escola Estadual Queiroz Júnior, Larissa Perucci, é preciso mudanças. “As pessoas não pensam no que podem fazer para mudar a situação dos rios. Estamos acomodados e precisamos mudar”, afirma.

Confira as fotos das oficinas

 

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Assessoria de Comunicação CBH Rio das Velhas
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